Banner Ad

Psicósmica

Lidando com nossos problemas

Seu problema é seu e ninguém é diretamente responsável por ele a não ser você mesmo. Aprenda a lidar com ele.

As Doenças e o Ser Humano

Você sabia que todas as doenças que temos são criadas por nós? Que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo? Leia mais!

Iniciação: Viagem Astral

Despertar a consciência no astral é uma experiência nova e muito gratificante, da mesma forma que é para uma criança dar os seus primeiros passos.

Como Interpretar os Sonhos

Conheça o simbolismo e a linguagem dos sonhos e o verdadeiro significado de diversos sonhos comuns.

Aulas de música na infância promovem melhorias cerebrais para a vida toda

Ter aulas de música na infância trazem diversos benefícios ao cérebro, e essas melhorias continuam por décadas... Saiba mais!

Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens

1 de julho de 2012

Crise Financeira

Diante de uma crise financeira não há outra alternativa senão buscar ampliar a capacidade de trabalho. Deve-se perguntar também, qual o motivo da crise, isto é, se ela é corrente da incompetência em administrar a própria vida financeira, gastando mais do que tem ou do que pode conseguir ter. 

Nem sempre dever a alguém ou a alguma instituição é um problema, desde que se tenha capacidade de apgar no prazo combinado. Problema é permitir que vire uma bola de neve o acúmulo de dívidas. Esse comportamento pode ser repetitivo, não só na encarnação como algo que se arraste pelas várias vidas do espírito.

Dever também pode ter como causa problemas macro-econômicos alheios à vontade do devedor e, por esse motivo, contitui-se em prova pela qual deve passar. Nesse caso o devedor procurará seus credores a fim de renegociar suas dívidas, tranqüilizando-os quanto à sua disposição em honrar sua dívida real, no tempo possível, além de continuar, pelo trabalho, tentando vencer as dificuldades que afetam sua subsistência.

Muitas vezes o surgimento de dívidas decorre da necessidade de atender à vaidade de ter, em detrimento do ser. Os objetos de desejo tomam o lugar do vazio existente na própria personalidade.

Diante da compulsão em comprar é adequado manter-se consciente dos prejuízos decorrentes do vazio interior por falta de objetos superiores na Vida. A falta em relação ao compromisso de pagar a alguém pode gerar carma negativo para encarnações futuras.

Referência: Psicologia e Espiritualidade de Adenáuer Novaes, Fundação Lar Harmonia

*Leia também: Herança

19 de junho de 2012

Competição

Competir é um ato natural da vida. Todos competimos nos mais diversos campos de atividades, e, desde a vida animal, o ser humano vem desenvolvendo a habilidade de aprender a competir. Disputamos espaço, oxigênio, atenções, mercados, afetos, amigos, amores, bem como a preferência de Deus. Uma competição é uma busca simultânea por pessoas na direção de alguma vantagem ou vitória, que, se feita de uma forma desenfreada, muitas vezes, levam ao atropelamento de outras pessoas, perdendo-se o sentido da Vida. 

O ser humano não pode se permitir esquecer os meios dos quais se utiliza para atingir os fins, por mais nobres que sejam. A meta é competir sem agredir. Caso seja obrigatório a competição, devemos atuar com a solidariedade. Nunca diminuir ou humilhar alguém para obter vantagem em qualquer competição. Nunca esquecer do respeito àquele com o qual, pela sobrevivência, se obriga a competir. A renúncia a derrotar do outro pode se tornar a maior vitória do ser humano.

Geralmente as provas que a Vida nos oferece passam pela necessidade de nos perceber em competição; como nos comportamos e quais são nossos sentimentos íntimos diante da competição com alguém ou com grupos. Permitir-se abrigar sentimentos e idéias de superioridade em relação a outra pessoa, o que certamente levará o indivíduo à derrota, visto que ninguém, nenhum ser humano, pode ser superior a outro. 

Competir sim, porém com equilíbrio e solidariedade, aproveitando as lições que a Vida nos oferece. Há pessoas aproveitando as lições com aptidões formadas de outras vidas, e nascem com a vitória desenhada em sua trajetória, conquistando aquilo a que se determinam. Competem e vencem. Isso provoca em outros que não alcançam o mesmo fim, o sentimento de abandono em relação a Deus. O melhor a fazer é trabalhar para conquistar as mesmas aptidões ou fazer brotar as próprias já conquistadas. Ninguém que há não tenha pelo menos uma aptidão a mostrar e a utilizar em seu benefício ou de outrem.

Caso não descubramos alguma aptidão, é o momento de iniciarmos um processo de aquisição de virtudes e capacidades que não se perdem, pois a morte só nos retira aquilo que pertence à terra. As aquisições do espírito são inalienáveis. É preciso saber escolher e saber competir com senso de propósito, sem ferir a ninguém; prevenir-se contra impulsos inferiores oriundos do inconsciente.

Alguns questionamentos característicos e que devem ser respondidos por quem entra em competição: O que escolho resulta em felicidade? O que sinto quando estou em competição? Sei perceber quando estou competindo com alguém e uso da solidariedade durante o processo?

Referência: Psicologia e Espiritualidade de Adenáuer Novaes, Fundação Lar Harmonia

14 de junho de 2012

Herança

É um problema que ainda tem solução transitória na sociedade e que tende a mudanças. Geralmente existem disputas e brigas por conta dos bens deixados pelos pais e avós, ou mesmo tios, e, às vezes, por filhos. Nos achamos no direito aos bens deixados por alguém, mesmo que nada tenhamos feito para merecê-los, pelo simples fato de termos um grau de parentesco com aquele que trabalhou para obtê-los.

Muito embora embora seja um legado legítimo, pois que é garantido pelas leis do país, esse tipo de ganho exige muito mais responsabilidade por parte do espírito, não obstante tenha o direito a ele. Será sempre uma responsabilidade maior receber algo pelo qual nada fizemos. Esse tipo de aquisição exigirá muita responsabilidade do espírito face à facilidade com que a obteve.

Numa sociedade mais evoluída não haveria herança, visto que os bens seriam de uso coletivo, portanto sem posse individual. O trabalho será um bem pessoal e terá um ganho interno inalienável, porém seu fruto externo será um bem coletivo.

Devemos ter cuidado quando nos achamos no direito sobre parte de uma herança, pois geralmente colocamos à flor da pele nossa ambição. Nos momentos em que tenhamos que tratar desse assunto junto a outros herdeiros, ouçamos mais do que falemos. Muitos espíritos continuam tão vinculados carmicamente por disputas nesse campo, que atravessam encarnações sem solução imediata. Muitos sentimentos contraditórios costumam ocorrer quando disputamos haveres, principalmente o que obtemos gratuitamente. Devemos aprender a renunciar e a desapegar-nos daquilo que poderia se tornar instrumento de atrasoespiritual, atrapalhando nosso processo de crescimento interior.

Referência: Psicologia e Espiritualidade de Adenáuer Novaes, Fundação Lar Harmonia