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Psicósmica

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8 de dezembro de 2013

O homem está evoluindo para conciliar a emoção e a razão

O português António Damásio, 69 anos, é um dos maiores nomes da neurociência na atualidade. Radicado nos Estados Unidos desde a década de 70, e professor da University of Southern Califórnia, em Los Angeles, onde dirige o Instituto do Cérebro e da Criatividade, ele conduziu pesquisas que ajudaram a desvendar a base neurológica das emoções, demonstrando que elas têm um papel central no armazenamento de informações e no processo de tomada de decisões.

Seus livros O Erro de Descartes (1994), O mistério da Consciência (1999), Em Busca de Espinosa (2003) e E o Cérebro Criou o Homem  (2009), todos publicados no Brasil pela Cia. das Letras, tratam principalmente do papel das emoções e sentimentos na razão humana e quais são os processos que produzem o fenômeno da consciência. Em visita ao Brasil para participar da série de palestras Fronteiras do Pensamento, Damásio falou a VEJA.

Na introdução de seu último livro, O Cérebro criou o Homem, o senhor diz que acabou se desapontando com algumas de suas abordagens ao longo do tempo e decidiu começar seu trabalho de novo. Quais foram as descobertas que o levaram a repensar sua pesquisa? Ao longo desses anos todos, o estudo sobre a estrutura do cérebro avançou muito e ajudou a entender melhor certas operações, como a memória e a consciência. Além disso, por meio das minhas pesquisas pude perceber a importância das emoções e dos sentimentos na construção do nosso raciocínio. Para ter o que chamamos de consciência básica é preciso ter sentimentos. Isto é, é preciso que o cérebro seja capaz de representar aquilo que se passa no corpo e fora dele de uma forma muito detalhada. É daí que nasce a rocha sobre a qual a mente forma sua base e se edifica.

O que é a mente?  Ela é uma sucessão de representações criadas através de sistemas visuais, auditivos, táteis e, muito frequentemente, das informações fornecidas pelo próprio corpo sobre o que está acontecendo com ele — quais músculos estão se contraindo, em que ritmo o coração está batendo e assim por diante. Em resumo: a mente é um filme sobre o que se passa no corpo e no mundo a sua volta.

Qual a diferença entre emoção e sentimento? A emoção é um conjunto de todas as respostas motoras que o cérebro faz aparecer no corpo em resposta a algum evento. É um programa de movimentos como a aceleração ou desaceleração do batimento do coração, tensão ou relaxamento dos músculos e assim por diante. Existe um programa para o medo, um para a raiva, outro para a compaixão etc. Já o sentimento é a forma como a mente vai interpretar todo esse conjunto de movimentos. Ele é a experiência mental daquilo tudo. Alguns sentimentos não têm a ver com a emoção, mas sempre têm a ver os movimentos do corpo. Por exemplo, quando você sente fome, isso é uma interpretação da mente de que o nível de glicose no sangue está baixando e você precisa se alimentar.

O senhor diz que as emoções desempenham um papel muito importante no desenvolvimento do raciocínio e na tomada de decisões. Que papel é esse?  Há certas decisões que são evidentemente feitas pela própria emoção. Quando há uma situação de medo, ele aconselha um entre dois tipos de decisão: correr para longe do perigo ou permanecer quieto para não ser notado. Há também decisões muito mais complexas, como, por exemplo, aceitar ou não um convite para jantar. Nesse caso, a emoção tem um papel de primeiro conselheiro, um primeiro indicador do que se deve fazer.  Você pode querer ir, mas ao mesmo tempo há qualquer coisa no comportamento da pessoa que o faz desconfiar de que ela pode não ser sincera. E o que é isto? É uma reação emotiva, a emoção participando da sua decisão.

Então é a emoção que nos fornece o que chamamos popularmente de instinto ou sexto sentido? Instinto é uma palavra que deve ser reservada para certas coisas muito fundamentais, como o instinto sexual ou de alimentação. Eu diria que a emoção fornece incentivos. As emoções, quer as positivas quer as negativas, podem ter uma enorme influência naquilo que nós pensamos. Mesmo as pessoas que se dizem muito racionais não podem separar as duas coisas.

Por exemplo: imaginemos que um chefe esteja entrevistando uma pessoa para uma vaga. O currículo da pessoa é ótimo e as referências também, mas algo diz que ela não vai dar certo na empresa. Esse 'algo me diz' é a emoção falando. Algo no comportamento dessa pessoa evoca uma emoção negativa que leva o chefe a ficar com um pé atrás.

O que pode causar essa desconfiança? O ser humano avalia uma outra pessoa principalmente pela voz e pela expressão facial dela. Assim, a forma como a pessoa olha para você pode parecer insolente; ou um jeito de mexer a boca faz parecer que ela não é sincera.

Se toda a nossa percepção do mundo é afetada pela emoção, como podemos confiar nos nossos julgamentos? As emoções foram extremamente bem sucedidas, ao longo da evolução, em nos manter vivos. O medo fez com que nos expuséssemos menos ao perigo e tivéssemos mais chance de sobreviver. A alegria nos deu incentivo para fazer o que precisamos para prosperar: exercitar a mente, inventar soluções para problemas, comer, nos reproduzir. Emoções como a compaixão, a culpa e a vergonha são importantes porque orientam nosso comportamento moral. Se você fizer qualquer coisa que não está correta em relação a outra pessoa, vai se sentir envergonhado e terá um sentimento de culpa. Isso é muito importante porque vai ajudar a manter a sua conduta de acordo com a convivência em sociedade. Uma coisa que falta aos psicopatas é exatamente esse sentimento de culpa, de vergonha. Os sentimentos são, portanto, fundamentais para organizar a sociedade e foram fundamentais para a formação dos sistemas moral e judicial. Mas as emoções por si só têm limites. Para vivermos em sociedade no século XXI, precisamos muitas vezes ser capazes de criticar as nossas próprias emoções e dizer não a elas. E a única maneira de ultrapassar as emoções é o conhecimento: saber analisar as situações com grande pormenor, ser capaz de raciocinar sobre elas e decidir quando uma emoção não é vantajosa. Há um nível básico em que as emoções ajudam, e se você não tem esse nível você é um psicopata. Mas há um nível mais elevado em que as emoções têm de ser não as conselheiras, mas as aconselhadas.

As emoções são condicionadas pela vivência em sociedade? As emoções são em grande parte inatas, mas nos primeiros anos de vida são condicionadas e sintonizadas com a sociedade. Alguns mamíferos têm emoções mais elevadas, como a compaixão, especialmente na relação entre mães e filhos. As mães de cães e lobos tratam seus filhotes com um carinho que é emocional e é totalmente inato, ninguém as ensinou. Há elefantes que quando perdem um companheiro ficam não só tristes como deixam de brincar e são capazes até de fazer uma espécie de luto. Claro que nada disso foi ensinado, é tudo inato. O que acontece com os seres humanos é que esses programas inatos têm sido, através de milhares de anos, refinados e melhorados por aspectos sócio-culturais. Hoje em dia, evidentemente, nossa estrutura moral não é inata. Ela tem sido condicionada pela história da nossa sociedade com elementos que têm a ver com a religião, a justiça e a economia, estruturas que são resultado da vida humana em sociedades complexas.

Se as emoções podem moldar o raciocínio, o oposto pode acontecer? Isto é, o raciocínio pode alterar nossas emoções? Claro, e é aí que está a grande beleza e a grande complicação dos seres humanos. É aí que você vai encontrar todos os grandes dramas da história, aquilo que Sófocles ou Shakespeare captaram em suas peças. Os grandes dramas de reis e rainhas, príncipes e plebeus, é o constante conflito entre aquilo que são os conselhos da emoção e do instinto, por um lado, e a influência que vem do raciocínio, do conhecimento e da reflexão.

Essa é a grande base da tragédia grega ou shakespeariana. Nós, na medida em que as sociedades evoluem, estamos caminhando para uma maior harmonia entre o lado emocional e instintivo e o lado racional e de reflexão. Essa harmonia ainda não se estabeleceu e não vai acontecer nem na minha geração nem na sua. É um trabalho por se concluir. Mas um dia, a convivência em sociedade, que exige que se ponha razão e emoção na balança o tempo inteiro, vai conseguir equilibrar os dois lados.

E como ocorre esse condicionamento das emoções? É nos primeiros anos de vida que podemos inculcar valores e formas de raciocínio através da repetição de exemplos. Eles são o alicerce da construção da nossa moral. Do ponto de vista do cérebro isso é muito curioso porque é quase uma negociação entre suas partes. Há partes muito antigas em termos de evolução, como o tronco cerebral, e muito mais recentes, como o córtex cerebral. No córtex cerebral estão as grandes representações que constroem a mente: visão, audição, tato. Todas essas representações se constroem ali, e da ligação entre elas se dá o raciocínio. Mas o córtex cerebral precisa negociar com regiões do cérebro que estão no tronco cerebral e são as responsáveis pelos impulsos e as reações rápidas. É dessa negociação que surge o conceito de que algo é permitido ou não. Você repete, repete, repete até que as duas partes entrem em consenso.

É possível recondicionar os sentimentos já na vida adulta? É possível, porém é muito mais difícil e nem sempre é um trabalho bem sucedido. Se você tem uma pessoa que começou a vida como um sociopata, é extraordinariamente difícil tornar essa pessoa um ser normal em relação a comportamento social. Isto porque seria necessário fazer todo o processo que se faz numa criança, mas o paciente já tem autonomia para não aceitá-lo.

Como raciocinamos melhor? Felizes ou tristes? A felicidade está ligada a certas moléculas químicas e a tristeza a outras. Quando estamos felizes as imagens se sucedem com mais rapidez e se associam mais facilmente. Na tristeza as imagens passam muito mais devagar e ficam como que impressas ali por um tempo. O ponto ideal para a efetividade do raciocínio é a felicidade com uma ponta de tristeza — porque na euforia, o pensamento se embaralha.

Fonte: Psicósmica

21 de setembro de 2013

Mediunidade

“Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. (...) Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, capítulo XIV).

Assim, conforme asseverou o Codificador, todos mantemos contato com o Mundo Espiritual, pois vivemos em incessante intercâmbio com o mesmo. Desta forma, ao fazermos uma oração recebemos o amparo da espiritualidade maior, do nosso protetor/mentor espiritual, entramos em contato com as usinas de força da Vida Maior. Por conseguinte, estamos exercendo a mediunidade, haja vista que recebemos a influência dos espíritos superiores. E, pela questão da sintonia vibratória, isso também vale para os espíritos menos elevados, pois quando alguém tem pensamentos inferiores, espíritos que se afinam com estes são atraídos. "O pensamento é o laço que nos une aos Espíritos, e pelo pensamento nós atraímos os que simpatizam com as nossas idéias e inclinações". Allan Kardec. Entretanto, usualmente só se chamam de médiuns “aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva”. (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, capítulo IX)

Posto isso, os principais tipos de mediunidade são:

.de efeitos físicos: este tipo pode ser dividido em dois grupos, ou seja, os facultativos - que têm consciência dos fenômenos por eles produzidos - e os involuntários ou naturais, que são inconscientes de suas faculdades, mas são usados pelos espíritos para promoverem manifestações fenomênicas sem que o saibam.

.dos médiuns sensitivos ou impressionáveis: são pessoas suscetíveis de sentirem a presença dos espíritos por uma vaga impressão. Esta faculdade se desenvolve pelo hábito e pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do espírito que se aproxima, mas até a sua individualidade.

.médiuns audientes ou clariaudientes: neste caso os médiuns ouvem a voz dos espíritos. O fenômeno manifesta-se algumas vezes como uma voz interior, que se faz ouvir no foro íntimo. Outras vezes, dá-se como uma voz exterior, clara e distinta, semelhante a de uma pessoa viva. Os médiuns audientes podem, assim, estabelecer conversação com os espíritos.

.médiuns videntes ou clarividentes: são dotados da faculdade de ver os espíritos. Cabe salientar que o médium não vê com os olhos, mas é a alma quem vê e por isso é que eles tanto vêem com os olhos fechados, como com os olhos abertos.

.médiuns psicofônicos: neste tipo o médium serve como um instrumento pelo qual o espírito se comunica pela fala; assim, há a acoplação do perispírito do espírito comunicante no perispírito do médium, permitindo, assim, que o espírito utilize o aparelho fonador do médium para fazer uso da fala.

.médiuns de cura: Este gênero de mediunidade consiste, principalmente, no dom que possuem certas pessoas de curar pelo simples toque, pelo olhar, mesmo por um gesto, sem o concurso de qualquer medicação. Dir-se-á, sem dúvida, que isso mais não é do que magnetismo. Evidentemente, o fluido magnético desempenha aí importante papel. Porém, quem examina cuidadosamente o fenômeno sem dificuldade reconhece que há mais alguma coisa.

A magnetização ordinária é um verdadeiro tratamento seguido, regular e metódico. No caso que apreciamos, as coisas se passam de modo inteiramente diverso. Todos os magnetizadores são mais ou menos aptos a curar, desde que saibam conduzir-se convenientemente, ao passo que nos médiuns curadores a faculdade é espontânea e alguns até a possuem sem jamais terem ouvido falar de magnetismo. A intervenção de uma potência oculta, que é o que constitui a mediunidade, se faz manifesta, em certas circunstâncias, sobretudo se considerarmos que a maioria das pessoas que podem, com razão, ser qualificadas de médiuns curadores recorre à prece, que é uma verdadeira evocação. 

.médiuns mecânicos: Quem examinar certos efeitos que se produzem nos movimentos da mesa, da cesta, ou da prancheta que escreve não poderá duvidar de uma ação diretamente exercida pelo Espírito sobre esses objetos. A cesta se agita por vezes com tanta violência, que escapa das mãos do médium e não raro se dirige a certas pessoas da assistência para nelas bater. Outras vezes, seus movimentos dão mostra de um sentimento afetuoso. O mesmo ocorre quando o lápis está colocado na mão do médium; freqüentemente é atirado longe com força, ou, então, a mão, bem como a cesta, se agitam convulsivamente e batem na mesa de modo colérico, ainda quando o médium está possuído da maior calma e se admira de não ser senhor de si Digamos, de passagem, que tais efeitos demonstram sempre a presença de Espíritos imperfeitos; os Espíritos superiores são constantemente calmos, dignos e benévolos; se não são escutados convenientemente, retiram-se e outros lhes tomam o lugar. Pode, pois, o Espírito exprimir diretamente suas idéias, quer movimentando um objeto a que a mão do médium serve de simples ponto de apoio, quer acionando a própria mão. 

Quando atua diretamente sobre a mão, o Espírito lhe dá uma impulsão de todo independente da vontade deste último. Ela se move sem interrupção e sem embargo do médium, enquanto o Espírito tem alguma coisa que dizer, e pára, assim ele acaba. 

Nesta circunstância, o que caracteriza o fenômeno é que o médium não tem a menor consciência do que escreve. Quando se dá, no caso, a inconsciência absoluta; têm-se os médiuns chamados passivos ou mecânicos. E preciosa esta faculdade, por não permitir dúvida alguma sobre a independência do pensamento daquele que escreve.

.médiuns intuitivos: 180. A transmissão do pensamento também se dá por meio do Espírito do médium, ou, melhor, de sua alma, pois que por este nome designamos o Espírito encarnado. O Espírito livre, neste caso, não atua sobre a mão, para fazê-la escrever; não a toma, não a guia. Atua sobre a alma, com a qual se identifica. A alma, sob esse impulso, dirige a mão e esta dirige o lápis. Notemos aqui uma coisa importante: é que o Espírito livre não se substitui à alma, visto que não a pode deslocar. Domina-a, mau grado seu, e lhe imprime a sua vontade. Em tal circunstância, o papel da alma não é o de inteira passividade; ela recebe o pensamento do Espírito livre e o transmite. Nessa situação, o médium tem consciência do que escreve, embora não exprima o seu próprio pensamento. E o que se chama médium intuitivo. 

Mas, sendo assim, dir-se-á, nada prova seja um Espírito estranho quem escreve e não o do médium. Efetivamente, a distinção é às vezes difícil de fazer-se, porém, pode acontecer que isso pouca importância apresente. Todavia, é possível reconhecer-se o pensamento sugerido, por não ser nunca preconcebido; nasce à medida que a escrita vai sendo traçada e, amiúde, é contrário à idéia que antecipadamente se formara. Pode mesmo estar fora dos limites dos conhecimentos e capacidades do médium. 

O papel do médium mecânico é o de uma máquina; o médium intuitivo age como o faria um intérprete. Este, de fato, para transmitir o pensamento, precisa compreendê-lo, apropriar-se dele, de certo modo, para traduzi-lo fielmente e, no entanto, esse pensamento não é seu, apenas lhe atravessa o cérebro. Tal precisamente o papel do médium intuitivo. 

.médiuns semimecânicos: 181. No médium puramente mecânico, o movimento da mão independe da vontade; no médium intuitivo, o movimento é voluntário e facultativo. O médium semimecânico participa de ambos esses gêneros. Sente que à sua mão uma impulsão é dada, mau grado seu, mas, ao mesmo tempo, tem consciência do que escreve, à medida que as palavras se formam. No primeiro o pensamento vem depois do ato da escrita; no segundo, precede-o; no terceiro, acompanha-o. Estes últimos médiuns são os mais numerosos 

.médiuns inspirados: 182. Todo aquele que, tanto no estado normal, como no de êxtase, recebe, pelo pensamento, comunicações estranhas às suas idéias preconcebidas, pode ser incluído na categoria dos médiuns inspirados. Estes, como se vê, formam uma variedade da mediunidade intuitiva, com a diferença de que a intervenção de uma força oculta é aí muito menos sensível, por isso que, ao inspirado, ainda é mais difícil distinguir o pensamento próprio do que lhe é sugerido. A espontaneidade é o que, sobretudo, caracteriza o pensamento deste último gênero. A inspiração nos vem dos Espíritos que nos influenciam para o bem, ou para o mal, porém, procede, principalmente, dos que querem o nosso bem e cujos conselhos muito amiúde cometemos o erro de não seguir. Ela se aplica, em todas as circunstâncias da vida, às resoluções que devamos tomar. Sob esse aspecto, pode dizer-se que todos são médiuns, porquanto não há quem não tenha seus Espíritos protetores e familiares, a se esforçarem por sugerir aos protegidos salutares idéias. Se todos estivessem bem compenetrados desta verdade, ninguém deixaria de recorrer com freqüência à inspiração do seu anjo de guarda, nos momentos em que se não sabe o que dizer, ou fazer. Que cada um, pois, o invoque com fervor e confiança, em caso de necessidade, e muito freqüentemente se admirará das idéias que lhe surgem como por encanto, quer se trate de uma resolução a tomar, quer de alguma coisa a compor. Se nenhuma idéia surge, é que é preciso esperar. A prova de que a idéia que sobrevém é estranha à pessoa de quem se trate esta em que, se tal idéia lhe existira na mente, essa pessoa seria senhora de, a qualquer momento, utilizá-la e não haveria razão para que ela se não manifestasse à vontade. Quem não é cego nada mais precisa fazer do que abrir os olhos, para ver quando quiser. Do mesmo modo, aquele que possui idéias próprias tem-nas sempre à disposição. Se elas não lhes vêm quando quer, é que está obrigado a buscá-las algures, que não no seu intimo. 

Também se podem incluir nesta categoria as pessoas que, sem serem dotadas de inteligência fora do comum e sem saírem do estado normal, têm relâmpagos de uma lucidez intelectual que lhes dá momentaneamente desabitual facilidade de concepção e de elocução e, em certos casos, o pressentimento de coisas futuras. Nesses momentos, que com acerto se chamam de inspiração, as idéias abundam, sob um impulso involuntário e quase febril. Parece que uma inteligência superior nos vem ajudar e que o nosso espírito se desembaraçou de um fardo. 

183. Os homens de gênio, de todas as espécies, artistas, sábios, literatos, são sem dúvida Espíritos adiantados, capazes de compreender por si mesmos e de conceber grandes coisas. Ora, precisamente porque os julgam capazes, é que os Espíritos, quando querem executar certos trabalhos, lhes sugerem as idéias necessárias e assim é que eles, as mais das vezes, são médiuns sem o saberem. Têm, no entanto, vaga intuição de uma assistência estranha, visto que todo aquele que apela para a inspiração, mais não faz do que uma evocação. Se não esperasse ser atendido, por que exclamaria, tão freqüentemente: meu bom gênio, vem em meu auxílio? 

As respostas seguintes confirmam esta asserção: 

a) Qual a causa primária da inspiração?
"O Espírito que se comunica pelo pensamento." 

b) A revelação das grandes coisas não é que constitui o objeto único da inspiração?
"Não, a inspiração se verifica, muitas vezes, com relação às mais comuns circunstâncias da vida. Por exemplo, queres ir a alguma parte: uma voz secreta te diz que não o faças, porque correrás perigo; ou, então, te diz que faças uma coisa em que não pensavas. É a inspiração. Poucas pessoas há que não tenham sido mais ou menos inspiradas em certos momentos." 

c) Um autor, um pintor, por exemplo, poderiam, nos momentos de inspiração, ser considerados médiuns?
"Sim, porquanto, nesses momentos, a alma se lhes torna mais livre e como que desprendida da matéria; recobra uma parte das suas faculdades de Espírito e recebe mais facilmente as comunicações dos outros Espíritos que a inspiram." 

.médiuns de pressentimentos: O pressentimento é uma intuição vaga das coisas futuras. Algumas pessoas têm essa faculdade mais ou menos desenvolvida. Pode ser devida a uma espécie de dupla vista, que lhes permite entrever as conseqüências das coisas atuais e a filiação dos acontecimentos. Mas, muitas vezes, também é resultado de comunicações ocultas e, sobretudo neste caso, é que se pode dar aos que dela são dotados o nome de médiuns de pressentimentos, que constituem uma variedade dos médiuns inspirados. 

"Mediunidade espírita, porém, é a que faculta o intercâmbio consciente, responsável, entre o mundo físico e o espiritual, facultando a sublimação das provas pela superação da dor e pela renúncia às paixões, ao mesmo tempo abrindo à criatura os horizontes luminosos para a libertação total, mediante o serviço aos companheiros do caminho humano, gerando amor com os instrumentos da caridade redentora de que ninguém pode prescindir". Joanna de Ângelis (espírito), livro Oferenda - pág. 130/131 -, psicografado por Divaldo Franco 

.médiuns psicógrafos: Transmitem as comunicações dos espíritos através da escrita. São subdivididos em mecânicos, semimecânicos e intuitivos. Os mecânicos não têm consciência do que escrevem e a influência do pensamento do médium na comunicação é quase nenhuma. Como há um grande domínio da entidade sobre a faculdade mediúnica a idéia do espírito comunicante se expressa com maior clareza.

Há casos em que o médium psicografa mensagens complexas conversando com outras pessoas, totalmente distraído do que escreve. Já nos semimecânicos, a influência da entidade comunicante sobre as faculdades mediúnicas não é tão intensa, pois a comunicação sofre uma influência do pensamento do médium. Isso ocorre com a maioria dos médiuns psicógrafos. Com relação os intuitivos, estes recebem a idéia do espírito comunicante e a interpretam, desenvolvendo-a com os recursos de suas próprias possibilidades morais e intelectuais.

“Mediunidade espírita, porém, é a que faculta o intercâmbio consciente, responsável, entre o mundo físico e o espiritual, facultando a sublimação das provas pela superação da dor e pela renúncia às paixões, ao mesmo tempo abrindo à criatura os horizontes luminosos para a libertação total, mediante o serviço aos companheiros do caminho humano, gerando amor com os instrumentos da caridade redentora de que ninguém pode prescindir”. Joanna de Ângelis (espírito), livro Oferenda – pág. 130/131 -, psicografado por Divaldo Franco



18 de agosto de 2013

Os chakras e os bloqueios

Os chakras são pontos energéticos que são ligados às glândulas de nosso corpo através de feixes chamados Meridianos. Os meridianos não ligam apenas os chakras às glândulas mas também os ligam uns aos outros num delicado complexo que pode sofrer alteração facilmente. No caso de uma operação, dependendo da parte do corpo onde ela ocorrer, estes meridianos podem ser rompidos. Hipnose

Os feixes de meridianos começam nos dedos dos pés e sobem pela perna, ramificando no pâncreas e apêndice. Continuam subindo e passam por novas ramificações nas supra-renais e timo, juntando-se em um único feixe quando atingem as amídalas. Sobem pelo lado direito do pescoço passando dois dedos abaixo da base da orelha e terminam na glândula pineal. No caso os feixes que partem dos dedos das mãos se ramificam aos outros feixes quando atingem o timo.

Portanto, as operações que correm maior risco de romper os meridianos são duas:
Na região do ventre – cesariana, apêndice, etc;
Na região da laringe – amídalas.

Quando um meridiano passa a não transmitir a energia de um ponto ao outro ele está bloqueado e o chakra que receberia sua energia não a recebe. Portanto o nome bloqueio vem desta alteração.
Se rompido o meridiano, o bloqueio se tornará mais difícil de ser tratado, porque será necessário religar para que desapareça por completo o bloqueio.

Os chakras são estruturas energéticas em forma de vórtice, que gira no sentido horário e de acordo com o ciclo planetário, que é mais ou menos entre 33 e 37 ciclos por segundo. (de acordo com uma máquina que tem a capacidade de filmar e fotografar os chakras – máquina esta que ainda não chegou a ser comercializada por causa de seu alto custo de fabricação)

Outros motivos que podem levar a um bloqueio dos chakras são os desequilíbrios das atividades físicas, mentais e emocionais que acabam fazendo com que o movimento do chakra fique alterado, ou mais rápido ou mais lento do que sua velocidade normal – que é de acordo com os ciclos planetários – ou mesmo fazendo com que ele tenha um movimento contrário, ou seja, anti-horário.
Nestes casos não chegam a ser considerados como bloqueios e sim apenas como desequilíbrio do chakra, porque facilmente é equilibrado e com uso de técnicas simples e rápidas, podendo até mesmo ser utilizadas no dia-a-dia para prevenir o seu desequilíbrio.


Os chakras emocionais:

Plexo solar, cardíaco e Laríngeo: 

O chakra do Plexo solar, quando afetado ou bloqueado, causa sintomas de dores estomacal e má digestão, além de que, geralmente, causa depressão. Na aura costuma causar falhas e “Vácuos Negros” em toda a corona e afeta muito a energia paranormal e espiritual. Sua localização física se encontra no pâncreas e baço.

O cardíaco causa as mesmas sensações que nos chakras do plexo solar e laríngeo, e geralmente um dos sois ou os dois estarão também bloqueado, porque a energia antes de chegar ao cardíaco passa pelos dois chakras. Pode também causar palpitações e aceleração do coração.

O chakra Laríngeo, afeta principalmente a garganta e sistema respiratório, mas causa também depressão, nos três níveis, inconsciente, consciente e profunda, causa também sentimento de culpa (abertura para obsessores) e sentimentos suicidas. Principal sintoma é o sentimento de perseguição. Sua localização física está nas amídalas.

Chakras Energéticos:

São os chakras que controlam e distribui as energias, o frontal e coronário.

O chakra frontal nunca fica bloqueado, o que pode acontecer é ele ficar com seus ciclos acelerados ou lentos.

Sintomas se acelerado: geralmente a insônia e dores de cabeça causada principalmente pela falta de sono, em alguns casos a pessoa pode sentir muito sono. A pessoa geralmente se torna muito acelerado e impaciente.

Sintomas se lento: Muito sono e ansiedade, geralmente e na maioria dos casos, a pessoa passa a comer muito e a engordar com muita facilidade.

Para equilibrar este chakra é muito simples, existem muitas técnicas, a que passo é apenas uma delas, basta esfregar as mãos, depois respira fundo e prende a respiração, durante a respiração preza, com a mão direita acelera o chakra com movimentos circulares e no sentido horário, muito rápido, enquanto a respiração está presa, depois para equilibrar para que não fique muito acelerado. Depois que soltar a respiração, bate com as pontas dos dedos no frontal umas sete ou nove vezes. Isto faz com que o chakra fique na velocidade certa de acordo com o ciclo planetário que hoje está em 37 – trinta e sete ciclos por segundo. Tanto faz se o chakra está acelerado ou lento. Deve-se fazer isto 3 dias seguidos, mas pode-se fazer uma vez ao dia ou quantas vezes quiser todos os dias que desta forma sempre se mantém equilibrado. Sua localização física é na glândula pituitária.

Chakra coronário, este quando bloqueado, provoca dores de cabeça, perdas de memória e principalmente a má distribuição energética para os outros chakras. Sua localização física é na glândula pineal.

Quando um chakra está bloqueado, ele não recebe sua energia específica e fica debilitado, debilitando assim o corpo físico, para manter seu funcionamento, ele rouba energia de um outro chakra, mas como não é a sua própria energia. Ele irá funcionar de forma errada e pode complicar os sintomas. O problema maior é que o chakra que está sendo roubado, passa a se debilitar e pode até formar outro bloqueio e assim roubar de outro chakra e simultaneamente, assim por diante um rouba do outro, até passarem a utilizar a energia bruta do chakra básico. Nesta situação todo o corpo estará debilitado, com problemas físicos, emocionais e até espirituais.

As formas de bloqueios são várias, mas as principais são: bolhas de energia saindo da região do chakra (muito comum), falhas oncológicas ao redor da região do chakra, vácuos negros como se fossem conflitos emocionais e até mesmo falhas na corona.

Centros de forças

Os centros de forças são os seguintes:

1) Coronário: é considerado o + importante dos chakras pois distribui as energias para os demais centros.Por isso está em ligação com a parte superior do cérebro, da mente, que é o computador central de nosso ser.Sua função é ligar po plano espiritual com plano físico.Relaciona-se materialmente com a epífise ou glândula pineal, considerada pelo espírito André Luiz-glândula da vida mental, que funciona como o mais avançado laboratório de elemntos psíquicos da criatura terrestre.

2) Frontal: é o rsponsável pelo funcionamento dos centros superiores da inteligência e do sistema nervoso central.Relaciona-se materialmente com com os lobos cerebrais frontais.

3) Laríngeo: é o chakra responsável pelo funcionamento das glândulas do timo e da tireóide e da faculdade da palavra. Está ligado fisicamente com a garganta.

4) Cardíaco: é o responsável pelo funcionamento do aparelho circulatório. Está ligado fisicamente com o coração.

5) Gástrico: é o responsável pelo funcionamento do aparelho digestivoou com o plexo solar, com o qual está a ligação material.

6) Esplênico: este centro de força responsabiliza-se pelo funcionamento do baço, com o qual está em contato físico. Tem grande importância na formação e reposição das defesas orgânicas através do sangue.

7) Genésico: ou básico, é o centro responsável pelo funcionamento dos órgãos reprodutores, com os quais está em ligação material.

Os centros de força, análogos aos transformadores de energia, é que permitem nos sustentar no corpo físico, uma vez que somos espíritos imortais em trânsito pela carne, e que servem de canais de entrada e saída das energias, inclusive as ministtradas pelo passe magnético.

Enfim, os centros de força, conjugados com o perispírito, permitem a integração entre o espírito e o corpo, união que permite a ação recíproca entre a energia orgânica e a mental, o que favorece a condução das energias fluídicas, movimentadasa pelo passe, às celulas do corpo.

23 de julho de 2013

A eficácia da prece depende da vontade de nos melhorarmos

Será certo pedir tanto? Perguntamos tantas vezes... Mas, se necessitamos da misericórdia divina para continuarmos a ter coragem nas lutas diárias, por que não podemos pedir? O problema está no quê pedir e no como fazê-lo. Imaginar que a prece com muitas palavras, colocadas em determinada ordem, muito elaborada e sem ser clara e concisa, que se prenda mais à forma que à essência e que necessite de um lugar especial para que atinja seu objetivo, seja mais agradável a Deus, é prender-se a um deus que privilegia, que escolhe e não percebe o eco que essa prece faz no coração de quem pede.

E é justamente por tudo saber que Ele não deixa sem resposta os nossos apelos. Nossa dificuldade reside em não entendermos de que maneira esses nossos pedidos são atendidos, pois que esperamos sempre que nossos desejos sejam satisfeitos e as necessidades que acreditamos possuir, atendidas. Deus nos responde sempre com aquilo de que nós, realmente, necessitamos e não com o que supomos precisar.

Assim, quando oramos ao Pai ou aos bons Espíritos, é importante lembrar que a eficácia da prece depende de nossa real vontade de nos melhorarmos; que a oração é um ato de adoração e submissão a Deus e às Suas Leis, compreendendo Sua bondade; que ao pedirmos algo, que seja um pedido do necessário e não do supérfluo; que ao pedirmos por todos, encarnados e desencarnados, ou a favor de alguém em especial, que, esse ato seja um princípio de caridade, pois pedimos para o outro aquilo que desejaríamos para nós.

Das preces que fazemos, o Pai Nosso representa a oração-símbolo, porque contém todas as que conhecemos de cor e aquelas que nossa imaginação puder criar. É um roteiro completo de aperfeiçoamento por ter um caráter universal, uma vez que pode ser feita por todos aqueles que acreditam em Deus. É a prece que nos coloca, sem dúvida alguma, em harmonia com o Pai, quando encontra eco em nossos corações.

Por ser concisa e simples, é fácil entender que ela traz os nossos deveres para com Deus e com o próximo e, por essa razão, transforma-se em uma profissão de fé, em um ato de adoração e submissão ao Criador.

Quando dizemos “Pai Nosso que estais no céu”, - estabelecemos, em nós, a crença no poder e na bondade divinos, e o reconhecimento da solicitude paternal – exceto para os orgulhosos; entramos em conexão com Deus, reconhecendo-o como causa primária de todas as coisas, louvando-O e agradecendo-Lhe com humildade. Ao pedirmos que “venha a nós o vosso reino, assim na Terra como no céu”, estamos rogando que a felicidade prometida por Jesus chegue até nós, sem que nos esqueçamos, todavia, que só a alcançaremos, segundo nossa responsabilidade e méritos, conquistados nas lutas de cada dia.

Se cada um de nós fizer bom uso de seu livre-arbítrio, estabelecendo intimamente o compromisso de cumprir as Leis de Deus, estaremos participando da harmonia universal; colaborando para que o Bem reine soberano sobre o planeta. A vontade do Pai vem sempre carregada de sabedoria, misericórdia e bondade e, se a compreendermos e aceitarmos, sem qualquer dúvida ou medos, ela se tornará, para nós, instrumento poderoso de progresso material e espiritual.

Tantas vezes rogamos ao Criador que o pão nosso de cada dia esteja em nossas mesas e em nossas almas... Entretanto, para que sejamos atendidos, necessitamos cumprir a Lei do Trabalho, seja na busca do pão material, seja na do pão espiritual.

Mão, pés, inteligência, vontade... Tudo isso são recursos que Ele colocou à nossa disposição para o cumprimento dessa lei. Se não os usamos adequadamente, também não podemos nos queixar das carências que hoje experimentamos. Mas, que nossa ambição, o descontentamento pelo que temos, a idéia de que Deus é injusto, porque dá ao outro que não merece – segundo nosso ponto de vista – tudo aquilo que deveria ser nosso, porque acreditamos merecer – também de acordo com nossa maneira de ver a vida – não nos faça sucumbir e atrasar nosso progresso.

E sucumbimos sim, muitas vezes, mas a bondade do Pai é tão grande que nos dá sempre novas oportunidades. Perdoa as nossas dívidas, porque cada falta é uma dívida, para que entendamos a necessidade que temos, também, de perdoar aqueles que estão em débito para conosco.

Quantas vezes rogamos a caridade de Deus para com nossos erros e não conseguimos ser caridosos e nem misericordiosos com as faltas alheias... Entretanto, são essas dificuldades que nos fortalecem e promovem nosso progresso. E com que finalidade Deus permitiria a existência desses obstáculos em nosso dia a dia? O objetivo é o entendimento de que se O aceitamos como justo, essas aflições também devem ser justas. Por isso, é importante aprendermos a perdoar, mesmo que tenhamos muitas dificuldades no início, porque o perdão é a essência da caridade. É ele que nos liberta das faltas que cometemos. É ele que nos fortalece, evitando que sejamos alvos das más influências.

É através do perdão, da indulgência para com os erros dos outros que somos assistidos para não cairmos em tentação e protegidos do mal. Nossas imperfeições e fraquezas são caminhos abertos às más influências. Elas atrasam nosso progresso e nos levam a novas quedas. Assim, quando nos propomos, efetivamente, a superar essas imperfeições, com a ajuda de Deus e a nossa vigilância, também passamos a aceitar que as dificuldades fazem parte do nosso crescimento espiritual; que Deus nos provê daquilo que é melhor para nós e que somos tão imperfeitos quanto aquelas pessoas que nos acompanham na trajetória evolutiva, sejam elas parentes, amigos, companheiros de trabalho ou desconhecidos.
Pensando e agindo dessa forma, cumprimos o objetivo para o qual fomos criados: o de sermos felizes, estabelecendo, em nossos corações, definitivamente, o Reino de Deus.
E como termina a oração, que assim seja.

Texto por LEDA MARIA FLABOREA E ADONIS SORAGGI
A oração neutraliza qualquer força negativa. Cultive a prece. (Pastorino)

 

10 de julho de 2013

Facebook, o novo Espelho de Narciso

As mulheres estão se tornando maioria nas redes interativas; a vaidade e a necessidade de afirmação da identidade podem explicar o interesse feminino por esse recurso tecnológico

As mulheres gastam mais do que o dobro do tempo dos homens no Facebook: três horas por dia, enquanto eles gastam uma hora, em média. Entrar na rede social é a primeira ação diária de muitas delas, antes mesmo de irem ao banheiro ou escovarem os dentes. Uma atividade cumprida como um ritual todos os dias – e noites.

Em um estudo, 21% admitiram que se levantam durante a noite para verificar se receberam mensagens. Dependência? Cerca de 40% delas já se declaram, sim, dependentes da rede. Elas são a maioria não só no Facebook (onde representam 57% dos usuários); também têm mais contas do que os homens em 84% dos 19 principais sites de relacionamentos.

Essas são algumas revelações da pesquisa feita pelas empresas Oxygen Media e Lightspeed Research, que analisou os hábitos on-line de 1.605 adultos ao longo de 2010. Mas cabe ainda perguntar: que motivos levam as mulheres a ficar tanto tempo na frente do computador? Vaidade? Necessidade de reconhecimento? Seria esse fenômeno uma nova forma de autoafirmação? Uma maneira de desenvolver sua individualidade aliada ao reconhecimento do outro? Será essa uma nova forma de buscar sociabilização?

A estética feminina foi estabelecida, durante séculos, pelo olhar masculino; as artes tinham cunho “pedagógico”, com a intenção de ensinar como as mulheres deveriam ser Mais do que procurar uma resposta fácil, cabe, antes, compreender por que a auto-representação é mais importante para as mulheres que para os homens. Historicamente as representações femininas foram fabricadas por motivações sociais diversas: míticas, religiosas, políticas, patriarcais, estéticas, sexuais e econômicas. E, há mais de vinte séculos, essa fabricação esteve sob o poder masculino. As mulheres não produziam suas próprias imagens, eram retratadas.

O que muda no século 21 para as mulheres que utilizam as redes sociais? Quanto à importância da imagem, nada. Ela -continua a ter papel central para a identidade social feminina, confundindo-se com ela. Por outro lado, vivemos, sim, uma revolução: pela primeira vez a mulher passa a se autorrepresentar, a produzir representações de si publicamente. Essa produção não está mais sob o domínio exclusivo dos homens, nem restrita a um grupo de mulheres como as artistas (atrizes, fotógrafas, cineastas, pintoras, escultoras etc.) ou as modelos.

As mulheres comuns tornam-se protagonistas de sua vida. Chegam a dispensar a ajuda de outra pessoa para tirar a própria foto: estendem o braço e miram em sua própria direção. Algumas marcas de câmeras fotográficas desenvolveram inclusive um visor frontal para que a pessoa possa ajustar o foco caso use o equipamento para se fotografar.

A mulher “hipermoderna” reivindica algo novo: o seu protagonismo público e sua “autenticidade”. O que se soma, agora, à revolução tecnológica da sociedade capitalista. Com acesso facilitado a câmeras digitais, a telefones móveis que dispõem desse equipamento e à rede, além da existência de uma plataforma que dá suporte ao armazenamento e oferece possibilidades ao usuário para compartilhar essas imagens pela internet, a mulher passa a se autofotografar nas mais diversas ocasiões, de situações corriqueiras a viagens.

Nas palavras do filósofo Gilles Lipovetsky: “O retrato do indivíduo hipermoderno não é construído sob uma visão excepcional. Ele afirma um estilo de vida cada vez mais comum, ‘com a compulsão de comunicação e conexão’, mas também como marketing em de si, cada um lutando para ganhar novos ‘amigos’ para destacar seu ‘perfil’ por meio de seus gostos, fotos e viagens. Uma espécie de autoestética, um espelho de Narciso na nova tela global”.

Ditadura da Espontaneidade
Nesse novo ambiente o artificialismo e a mistificação da imagem passam a ser “out”. Deusas etéreas cedem espaço a mulheres que querem ser vistas como “reais”: escovam os dentes, fazem caretas para a câmera, dirigem seu carro e não se importam em ser fotografadas em momentos que antes estariam à margem da esfera pública. Tanto que 42% das usuárias do Facebook admitem a publicação de fotos em que estejam embriagadas e 79% delas não veem problemas em expor fotos em que apareçam beijando outra pessoa. A regra é: quanto mais caseiro, “mais natural”; melhor. O que não significa que essa imagem seja, efetivamente, “natural”, mas que há agora um “gerenciamento da espontaneidade”. 

O imperativo da representação feminina nas redes sociais é: “seja espontâneo”. Uma norma paradoxal, assim como a afirmação “seja desobediente, é uma ordem”, escreve o sociólogo Régis Debray. Ele faz uma interessante leitura do que poderíamos chamar de “ditadura da espontaneidade”.

Hoje o novo espelho global não é marcado pela vigilância moral. Ao contrário, há um contínuo incentivo da cultura para que as mulheres “se valorizem”, busquem sua singularidade e não se baseiem mais em modelos inalcançáveis (como as top models e outras famosas). E para que percebam em si mesmas uma possibilidade legítima e singular de ser no mundo.

A própria familiaridade e aproximação da mulher com o universo da produção de auto-representações pode levá-la a questioná-las. As mulheres já estão, como escreve Lipovetsky em seu livro "A tela global", “cultivadas” pela mídia. Educadas em sua gramática, sabem que o photoshop, a produção e a edição das imagens criam uma mulher irreal e passam a ver essas representações “entre aspas”, distanciando-se criticamente delas. Elas aprendem com recursos autoexplicativos a modelar sua iconografia, a alterá-la, brincar com ela ou melhorá-la (possibilidades, antes, restritas aos profissionais). 

Mas a consagração do “culto de si” não significou um isolamento da mulher. Os álbuns publicados nas redes sociais conciliam, contra todas as expectativas, o individualismo e as trocas. Um se alimenta do outro. Há um ciclo: exponho minha individualidade, acompanho a do outro e ele a minha e, assim, somos incentivados a produzir e expor, cada vez mais, as nossas imagens. Trata-se do nascimento de uma “identidade coletiva”, em que a individualidade não elimina a interação, mas é seu motor. Nesse sentido, a identidade coletiva não é produto apenas de uma adesão grupal e sim uma forma de negociação de posições subjetivas – esse é o paradoxo identitário a ser considerado. 

Fotos pessoais e “amigos” virtuais (ou não) ditam o ritmo desse espaço interativo. Quanto mais caseiro, mais cotidiano, mais espontâneo, maior o número de relações entre as pessoas, que passam a valorizar a autenticidade e a vida de quem é “próximo”, “real”. Elas querem colocar seu rosto no mundo. Aparecer ou não na “tela global” passa a ser uma questão de existência. Por essa razão, ter visibilidade e oferecer sua identidade publicamente é conferir importância à própria existência. O que é, também, uma forma de poder. Nesse ponto a mídia – como campo de visibilidade – passa a ter papel central para entendermos a luta simbólica pelo reconhecimento.

No entanto, essa “democratização” da auto-representação feminina não deve ser tomada como sinônimo do fim da competição estética e ética entre as mulheres. O que tudo indica, o que presenciamos não é a instauração de uma igualdade, mas a ampliação do número de mulheres na disputa por visibilidade e poder. Amplia-se, assim, a arena para buscar um poder que não está dado de antemão, mas que deve ser conquistado e manejado pela apresentação e representação de suas singularidades, de suas diferenças. Um agir que se manifesta na criação, no controle e no poder simbólico de sua própria imagem no espaço público, que só se realiza com o reconhecimento do outro nas interações sociais, associativas e na ampliação dos círculos de reconhecimento que estão dentro e fora do espaço de produção da imagem.

Texto por Isabelle Anchieta

Fonte: Psicósmica


24 de junho de 2013

O poder da irradiação

Conforme o dicionário, é o ato ou efeito de emitir ondas, lançar raios de luz ou de calor, ou vibrações. Em termos de Espiritismo a definição para irradiação é: Transmissão de fluidos espirituais à distância. No processo da irradiação, transmitimos aos outros, pelo mecanismo da força mental, a carga de força vital que dispomos para doar. A irradiação se faz à distância, projetando o nosso pensamento e sentimentos em favor de alguém, movimentando as forças psíquicas através da vontade.

A pessoa que irradia deve cultivar bons sentimentos, bons pensamentos e bons atos. Isto vai lhe formando uma "atmosfera espiritual" positiva, criando uma tonalidade vibratória e uma quantidade de fluidos agradáveis e salutares que poderão ser dirigidos através da vontade para outras pessoas.

A pessoa que irradia deve focalizar mentalmente o paciente para quem quer fazer a irradiação e transmitir, através do sentimento, aquilo que deseja: paz, conforto, coragem, saúde, equilíbrio, paciência etc. Irradiação é a projeção do pensamento e do sentimento, que são energias que conseguimos exteriorizar de nós mesmos. Cada cérebro pode emitir vibrações de alta ou baixa freqüência, de acordo com os pensamentos constantes.

Irradiamos todos nós através dos nossos pensamentos, sentimentos, palavras e atos. Essa energia que emitimos continuadamente forma nosso hálito mental e se propaga ao nosso derredor. Essas energias têm reflexos sobre nós mesmos e sobre as pessoas que convivem conosco, os que estão distanciados e todos os seus do ambiente em que vivemos.

Nos processos de irradiação, o seareiro, pela ação de sua vontade dirigida, transmite aos outros as suas energias vitais, que são imediatamente repostas pela absorção e metabolização automática das energias do ambiente pelos centros de força (chacras).

Na irradiação, a pessoa, aplicando pensamento e vontade acelera essa absorção-metabolização de energias vitais e espirituais direcionando-as para aquele que as receberá.

Os fluidos ou energia, se submetem à lei das proporções, isto é, cada um de nós movimenta uma certa quantidade relativa dessas forças, que podem ser ajuntadas com as dos espíritos, proporcionalmente, sendo então carreadas para o seu objetivo. Devemos focalizar o nosso pensamento, restringindo-o a uma certa área, pessoa ou grupo de pessoas, para que ele seja o sustentáculo dessa mesma força. Isto quer dizer que a nossa irradiação deve focalizar alguém, alguns ou uma situação determinada, cientes de que os pedidos feitos genericamente em favor de todos os necessitados não alcançam objetivamente os seus fins. Apenas valem pela intenção. O potencial movimentado é aplicado de acordo com o mérito de cada um. Isto é, não é pelo fato de alguém pedir excessivamente em favor de alguém que conseguirá o seu fim. A pessoa que irradia deve inicialmente concentrar-se; orar em seguida, e depois, pela vontade, focalizar o objeto de sua irradiação e transmitir aquilo que se deseja.

Endereço vibratório
Todas as nossas ações e atitudes refletem as nossas disposições mentais e emocionais. Quando escrevemos ou ditamos para que seja escrito, não apenas alinhamos no papel nossas idéias, mas são grafadas também nossas disposições íntimas. Isso significa que podemos escrever com a luz dos sentimentos nobres ou com as tintas escuras do negativismo. No momento em que adicionamos o nome de alguém para irradiação, aquele nome estará impregnado da energia de quem solicitou a irradiação, pois certamente, quem deseja ajudar estará com o pensamento em quem ele quer ajudar no momento da inscrição do nome. Isto criará o endereço vibratório.

O importante, no momento da escrita, é que alguém esteja mentalizando o paciente para se criar o endereço vibratório. Os espíritos que vão atuar neste processo fazem a localização do paciente através do “endereço vibratório”, não sendo essencial se anotar o endereço. A leitura dos nomes de necessitados e os respectivos endereços são necessários somente para que os médiuns criem uma imagem mental.

O “endereço vibratório” guia os espíritos, assim como os policiais que fazem o cão treinado cheirar algo do fugitivo para encontrá-lo. Se o número de necessitados é muito grande, podemos reuni-los em grupos de dez ou mais e numerar esses grupos e, ao invés de nomes, enunciar os grupos pelos respectivos números, ou ainda, suprimir tal enunciação, somente conservando sobre a mesa os competentes registros, conforme nos orienta Edgard Armond, no livro Passes e Irradiações.

Isto quer dizer que quando escrevermos ou ditarmos para alguém escrever os nomes de irmãos que necessitam de ajuda, o façamos movidos pelo desejo sincero de auxiliar e socorrer, e não com o propósito de nos libertarmos do dever de ter que orar em benefício do semelhante. Isto vai lhe formando uma "atmosfera espiritual" positiva, criando uma tonalidade vibratória e uma quantidade de fluidos agradáveis e salutares que poderão ser dirigidos através da vontade para outras pessoas. Recolhido em prece, o homem de boa vontade recebe recursos do Plano Superior, projetando-os depois, na direção do enfermo ausente, cuja figura mentaliza.

Superando obstáculos
Os espíritos que trabalham na cura enfrentam sérias dificuldades no serviço de socorro aos pacientes cujos nomes estão inscritos nas listas dos centros espiritualistas. Além das dificuldades técnicas resultantes de certo desequilíbrio do ambiente onde eles atuam, outros empecilhos os aguardam em virtude do estado psíquico dos próprios doentes.

Às vezes, o enfermo tem a mente saturada de fluidos sombrios devidos a conversações maledicentes de intrigas, calúnias e fofocas. Outros, encontram-se em excitação nervosa devido a uma violenta discussão. Existem aqueles que estão presos no vício das drogas e do álcool, dificultando ainda mais o trabalho socorrista.

Outras vezes, os fluidos irradiados das sessões espíritas penetram nos lares enfermos, mas encontram o ambiente carregado de fluidos agressivos provenientes de discussões ocorridas entre os seus familiares.
É evidente que os desencarnados têm pouco êxito na sua tarefa abnegada de socorrer os enfermos quando estes vibram sentimentos de ódio, vingança, luxúria, cobiça ou quaisquer outros sentimentos negativos.

No processo de irradiação, ocorrerá um fluxo de energia que se dirigirá a outra pessoa, chegando ao perispírito desta, que poderá absorvê-las ou não, de acordo com a lei de sintonia, de afinidade, de merecimento e de condições específicas do momento.

Para a irradiação ser eficaz, a pessoa que a ser ajudada deve estar receptiva (favorável ao recebimento da ajuda para melhor absorver o recurso espiritual). Além disso, é fundamental estar disposta a se melhorar espiritualmente. A ajuda da irradiação é passageira e tais recursos fixar-se-ão e novos acrescentar-se-ão quando o indivíduo passar a ter vida moralmente equilibrada.

Aqueles que foram fazer as vibrações (irradiação), deverá recolher-se em oração, evitar desentendimentos, ambientes negativos e intoxicar-se com fumo, alcoólicos etc.

O Evangelho no Lar é muito Importante para ajudar harmonizar o ambiente e despertar nossa religiosidade. Um ambiente harmonioso é extremamente importante. Lar sem harmonia passa a ser habitado por entidades inferiores, que criam desentendimentos colocando todos para fora. Um sai de casa por isso, outro por aquilo, desmantelando toda a família. Com o autoconhecimento e nossa reforma íntima estaremos cada vez mais aptos para ajudarmos e sermos ajudados, inclusive, através das irradiações energéticas.

Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo, ed. 46.

11 de junho de 2013

Pessoas ficam deprimidas ao invejar a vida dos outros pelo Facebook

Sentindo-se deprimido a respeito da sua vida? Uma forma rápida de melhorar talvez seja deletando sua conta do Facebook! Um estudo realizado pela Utah Valley University  revela que quanto mais as pessoas visitam páginas populares nas redes sociais maior será a impressão que essas pessoas são muito mais felizes. A consequência disso? Muitos internautas tristes por causa da felicidade alheia.

Foram entrevistados 425 estudantes para o estudo liderado pelos sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge. A pesquisa teve como foco a análise da felicidade dos entrevistados em relação aos seus amigos no Facebook. Os participantes foram estimulados a responderem, de forma afirmativa ou negativa, questões do tipo “a vida é justa” ou “muitos dos meus amigos tem uma vida melhor do que eu”.

Os entrevistados também foram convidados a descreverem suas atividades no Facebook, incluindo o número de amigos cadastrados, a proporção de pessoas que elas realmente conheciam fora da rede social.

Foi constatado que 95% dos entrevistados usam o Facebook por aproximadamente 5 horas por dia, com um cadastro que tem pouco mais de dois anos e meio. Depois de estabelecer diversos filtros, como estado civil, sexo e opção religiosa, o estudo concluiu que quanto mais as pessoas gastam tempo no Facebook, mais forte é a sensação que seus amigos são mais felizes.

Isso se comprova com usuários que adicionam pessoas que nunca tiveram contato no mundo real. Outro resultado detectado é que as pessoas que usam o Facebook em excesso estão mais propensas a afirmarem que “a vida é injusta”. Mas isso não significa que tudo é ruim para aqueles que ficam muito tempo nas redes sociais. O mesmo estudo revela que esses mesmos “maratonistas” do Facebook estão menos propensos a acreditarem que “a vida é muito curta”.

De qualquer forma, Chou afirma que essa insatisfação é o resultado de um processo psicológico conhecido como “viés de correspondência”, que faz com que as pessoas façam conclusões precipitadas sobre outras pessoas, com base no conhecimento limitado de suas vidas (ou, em outras palavras, o pré-julgamento).

Isso acontece principalmente pelas fotos publicadas no Facebook, onde pessoas que posam sempre sorrindo, alegres e felizes, passam a impressão de uma vida perfeita.

Vale a pena lembrar que todas as pessoas contam com altos e baixos na vida. Isso acontece com todos, sem exceção. Os especialistas alertam que os internautas não podem se deixar levar pelo “efeito de distorção” que as imagens passam e que aqueles que não são próximos aos “amigos” virtuais não podem se deixar levar por aquilo que as imagens mostram.

Caso contrário, vai ser fácil viver com a amargura do comparativo da foto publicada no mural, com a imagem que o internauta vê no espelho todas as manhãs.

Fonte: Psicósmica