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Lidando com nossos problemas

Seu problema é seu e ninguém é diretamente responsável por ele a não ser você mesmo. Aprenda a lidar com ele.

As Doenças e o Ser Humano

Você sabia que todas as doenças que temos são criadas por nós? Que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo? Leia mais!

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2 de abril de 2013

Depressão, Autismo, TDAH, Esquizofrenia e Bipolaridade compartilham a mesma base genética?


Depressão, Autismo, TDAH, esquizofrenia e bipolaridade são doenças mentais categorizadas no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) a partir de um conjunto de sinais e sintomas. Esses sintomas podem mudar substancialmente de uma categoria para outra. Agora, a questão é: e se todos esses transtornos mentais compartilhassem um mesmo fator genético?

O artigo publicado na revista científica The Lancet (http://www.thelancet.com) na quarta-feira (27/02/2013) mostra o resultado de uma pesquisa baseada em dados genéticos de mais de 60.000 pessoas e que apresenta algumas informações elucidativas para o entendimento das premissas desencadeadoras de vários transtornos mentais. Um grupo de cientistas de diversas instituições de ensino aponta que essas pesquisas sobre o material genético e sua relação com os transtornos psiquiátricos podem ser a mais relevante da atualidade nesse contexto. O resultado dessa pesquisa em específico começa a indicar que, em um dado nível, os fatores de riscos genéticos podem ser mais salutares para o tratamento das doenças do que seus sintomas. Mas, os pesquisadores estão cautelosos com a apresentação dos resultados, dada a complexidade da temática, assim o Dr. Jordan Smoller, um dos responsáveis pela pesquisa e professor de psiquiatria na Harvard Medical School, diz que "o que foi identificado é provavelmente apenas a ponta de um iceberg", pois entender os fatores genéticos por detrás dos problemas psíquicos não é algo trivial, já que há uma série enorme de genes envolvida e a descoberta dessas variações aponta para um caminho que pode ser refutado ou comprovado em pesquisas posteriores.

Para entender a pesquisa (iniciada em 2007), é interessante uma contextualização:

Participantes: dois grupos de pessoas, 33.332 com transtornos mentais e 27.888 sem incidência alguma de doença mental (o grupo de controle). Material genético de pessoas de 19 países.
Coleta de dados: de exames de DNA.
Procedimentos: verificação de variações em trechos de material genético (considerando que cada DNA tem bilhões de letras, é um trabalho que requer o uso de tecnologia de ponta e algoritmos computacionais complexos).

Para Jonathan Sebat, professor assistente de psiquiatria e medicina celular e molecular da Universidade da Califórnia, a seguinte situação já era comumente observada: “dois diagnósticos diferentes podem ter o mesmo fator de risco genético". Assim, um ponto relevante de contribuição dessa pesquisa é a possibilidade de ampliação das variáveis para a elaboração dos diagnósticos desses transtornos mentais, agregando aos sinais e sintomas, fatores genéticos observáveis em exames.

Segundo o Dr. Smoller, o novo estudo contribuiu na descoberta de quatro regiões do DNA que conferem um pequeno risco de transtornos psiquiátricos. Para duas dessas regiões, a situação ainda não está clara, pois não se sabe quais genes estão envolvidos ou o que fazem.  Já as outras duas envolvem genes que fazem parte dos canais de cálcio, que são utilizados quando os neurônios enviam sinais ao cérebro.

A descoberta acerca do envolvimento dos canais de cálcio nessas regiões sugere que os tratamentos que afetam tais canais podem ter efeito sobre uma série de doenças, mas o Dr. Smoller é prudente em dizer que isso é apenas um grande “se”, logo ainda são necessárias mais pesquisas para a devida comprovação.

Há algum tempo já existem no mercado medicamentos que são usados para bloquear os canais de cálcio, utilizados para o tratamento da hipertensão arterial. Alguns pesquisadores já tinham postulado que tais medicamentos podiam ser úteis para o tratamento do transtorno bipolar antes mesmo dos resultados dessa pesquisa virem à tona. Mas, ainda há um (longo) caminho para a comprovação desse postulado. Um exemplo de tentativas de comprovação desse postulado é a investigação do Dr. Roy Perlis, do Hospital Geral de Massachusetts, que concluiu o tratamento em um pequeno grupo de pessoas (dez) com transtorno bipolar utilizando bloqueadores de canais de cálcio. Seu próximo passo é expandir a pesquisa para um grupo maior de participantes.

Mas, é claro que esse “se” já deve ter causado um alvoroço na indústria farmacêutica. Por isso, é importante ater-se ao “se”, pois uma hipótese ainda não é um fato. Assumir que bloqueadores de canal de cálcio podem contribuir no tratamento da bipolaridade e, a partir da aceitação da associação que há na base genética desse transtorno com os demais, transformar tal droga “em potência” em um novo Santo Graal da indústria farmacêutica pode ser o início de mais uma doença e não de um processo de cura. Essas pesquisas são importantes desde que sejam compreendidas como um processo dinâmico (passível de refutação, mudança e comprovação), não como uma verdade absoluta e imediata.

Por Parcilene Fernandes de Brito 
Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Coordenadora e professora dos cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação do CEULP/ULBRA. Acadêmica de Psicologia do CEULP/ULBRA.

Referências:
http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736%2812%2962129-1/fulltext
http://www.nytimes.com/2013/03/01/health/study-finds-genetic-risk-factors-shared-by-5-psychiatric-disorders.html

15 de outubro de 2012

Transtorno Obsessivo Compulsivo - TOC


Na atualidade, a psiquiatria e  a psicologia encontram no transtorno-obsessivo-compulsivo – TOC – um quadro clínico cada vez mais frequente e que atinge as diversas raças, culturas e nacionalidades. Esse distúrbio, mais conhecido como “mania” ou “esquisitice”, é uma vontade compulsiva que cria pensamentos ambíguos e embaraços, de caráter intrusivo e obstinado, Os quais ecoam na casa mental num ciclo persistente e desagradável, gerando muita angústia.

Trata-se de doença aflitiva, associada a uma ideia persistente, que constrange o indivíduo a manifestar atos repetitivos,impulsos estranhos ou rituais inexplicáveis com o intuito de produzir uma sensação de alívio ou mesmo reduzir a ansiedade interna.

Esse desconforto emocional pode levar a criatura a ter desde um leve distúrbio até uma sob incapacidade extrema no seu cotidiano. Segundo os estudiosos do TOC, a "chave mestra" para compreendermos um individuo com essa compulsão é entender que o circulo interno que detecta quando há algo errado em sua intimidade está acelerado ou funcionando além do necessário. Desse modo, a criatura se sente constrangida a corrigir, de modo incessante, seus equívocos ou erros, reais ou imaginários.

Comportamentos hipocondríacos, medo excessivos de contaminação, ideias frequente de alinhamento e simetria de objetos pessoais, preocupação exagerada com limpeza e lavagem, mania de verificação ou checagem, senso patológico de responsabilidade, culpa sem nexos, rituais de repetição, atitude de colecionar objetos esdrúxulos e sem serventia. Esses são alguns entre os muitos comportamentos ligados às pessoas com o transtorno obsessivo compulsivo.

Elas involuntariamente, possuem um padrão de raciocínio  deste tipo:
Tenho minha própria proteção. Ela é forte e imprescindível para que eu possa socorrer os que estão sob meus cuidados. Tenho que afastar a incessante contaminação do mal que está em toda a parte. Através deste ritual, compenso com coisas boas para que as coisas ruins não aconteçam. Outras, inconscientemente, alegam desta forma: “Sabe quais são as regras? É só contar e arrumar milimetricamente, verificar sempre todas as coisas para que nada  de errado aconteça. Eu sei disso, mas os outros podem não saber da existência do perigo. Preciso sempre fazer bem feito para contrabalançar o mal.

Para melhor entendermos a atividade funcional do TOC, usaremos como elucidação a rede de células nervosas autônomas da estrutura humana. Ela é assim chamada porque trabalha de modo inconsciente, não precisando, para tanto, de ordens conscientes. No TOC, o distúrbios é uma "ruminação mental” onde impera uma constante sensação de erros e equívocos, ocasionando reiteradas correções e verificações ridículas e sem nexos.

Um dos pensamentos obsessivos-compulsivos que provocam  mais sofrimentos ao doente é cujo conteúdo envolve o medo de causar dano ou morte a si mesmo ou a alguém a quem muito ama. O problema é que essas pessoas supervalorizam a importância de seus pensamentos negativos, a ponto de considerar que tê-los é a mesma coisa que fazê-los acontecer quando sabemos que simplesmente pensar não quer dizer de jeito algum, que o que se pensou vai se concretizar.

Diz a sabedoria oriental: “os olhos e os ouvidos são saqueadores externos; emoções, desejos, pensamentos são saqueadores internos. Mas, se a nossa mente estiver tranquila,  alerta e desperta, poderá transitar serenamente entre esses saqueadores, sem os segregar ou dividir, e eles se transformarão em pacíficos membros do lar".

Sem comando mental, a criatura passa a ser influenciada pelos "saqueadores  externos e internos".
Entreguemos nossas síndrome  de ansiedade, medo e transtornos compulsivos nas mãos de Deus. Submetamos nossas enfermidades psíquicas sem causa específica à ação divinal

Lembremo-nos de que o homem ávido de paz de espírito e de renovação mental esforça-se, confia e espera incessantemente, porque sabe que “a luz brilha nas trevas, mas as trevas não aprenderam”. E, igualmente, não podemos nos esquecer de que, segundo o apóstolo João, devemos crer e jamais temer porque, em síntese, "nós somos de Deus".


Referência: Um Modo de Entender: Uma Nova Forma de Viver, de Francisco do Espírito Santo Neto (espírito Hammed)

15 de julho de 2012

Doenças

São componentes de redes psíquicas que se convertem em sintomas físicos, buscando estabelecer o equilíbrio energético do sistema corpo-mente. Não são elementos isolados dos processos psicológicos, nem influências de agentes externos estranhos a nós mesmos. São fatores de mudanças psíquicas que ocorrem como determinantes que obrigam a novas formas de sentir, pensar e a novas atitudes.

Não são elementos patológicos em si, mas sinais de uma patologia psíquica em curso. Trazem respostas e indagações à própria psiquê. Merecem, a princípio reflexão para se procurar qual a mensagem que se encontra por detrás do sintoma, visto que não foi possível, por si só, o ego intuir quanto à correção de rumo a ser feita, vindo do Self.

A doença, qualquer que seja, coloca, principalmente durante a dúvida sobre seu diagnóstico, o ego num estado de receptividade e fragilidade, tornando-o suscetível à percepção e assimilação de complexos que jazem autônomos no inconsciente.

Excetuando-se aquelas cuja origem está associada à fadiga natural dos órgãos e tecidos, decorrente do ciclo natural de cada existência, elas trazem informações preciosas sobre o funcionamento da psiquê, pois se prestam às projeções da sombra e às manifestações dos complexos inconscientes.

Diante de qualquer doença, independente de buscarmos os recursos médicos ao alcance, devemos nos perguntar:

  1. Em que sentido esse sintoma quer chamar minha atenção?
  2. O que, em meu psiquismo, não está funcionando bem?
  3. Que comportamento em mim necessita ser mudado?
  4. De que estratégia devo utilizar para exteriorizar melhor minhas emoções, evitando a necessidade de manifestar fisicamente problemas psicológicos?
Perguntar-se sempre: o que ainda não aprendi que me faz passar pelo que estou enfrentando? Que sentimento preciso aprender que ainda não percebi? O que preciso aprender e transmitir para meu próximo?

Devemos também considerar que ninguém é causador de nossas doenças. Quando muito são agentes, mas não criadores delas. Nem as bactérias, nem os vírus, nem tampouco as pessoas que nos contaminam com as doenças, são seus causadores em nós. Existe uma predisposição para que a doença se instale em nós e ela é favorecida pelo nosso modo de viver, sentir e pensar.

Calma, reflexão, paciência, desejo de se curar, atitude positiva e auxílio médico, e, em certos casos, tratamento espiritual, são os componentes básicos do processo a ser enfrentado em face da doença física.

Diante da doença alheia compete-nos buscar auxiliar o outro no seu processo de cura integral: do corpo e da alma. Ajudar, através do consolo, solicitando-lhe reflexão, sempre que o momento comportar.

As doenças nascem no inconsciente, muito embora a vida consciente exerça influência capital em sua origem e manutenção. Pode-se dizer que elas, embora existam, não são o mal em si, pois é a psiquê que está doente.

Somos curadores uns dos outros, dentro dos limites de nossa competência, considerando que servimos para que o Self-Curador do outro seja projetado em nós. Nem sempre conseguimos o intento da cura, mas contribuímos para que o processo de sofrimento do outro seja aliviado.

O processo de espiritualização requer que encaremos as doenças como subproduto da descompensação psíquica do indivíduo, merecendo cuidado na análise. Sua simples cura física não implica na solução do conflito psicológico gerador.

Referência: Psicologia e Espiritualidade de Adenáuer Novaes, Fundação Lar Harmonia


26 de junho de 2012

Síndrome de Pânico

Muitas pessoas têm apresentado sintomas diversos, geralmente associados ao medo, pensando ter a chamada síndrome de pânico. Às vezes, se deixam intoxicar por medicamentos antidepressivos e ansiolíticos, inócuos para os sintomas, por desconhecimento e auto-sugestão, sem ter noção precisa de seu problema.

A síndrome de pânico é diagnosticada pelos sintomas abaixo descritos. O diagnóstico preciso se dá quando pelo menos metade dos sintomas abaixo são detectados, sendo que isoladamente nenhum deles torna-se suficiente para caracterizá-la.
  1. Medo sem causa aparente;
  2. Taquicardias inesperadas;
  3. Tonturas;
  4. Sensação de abandono e rejeição;
  5. Receio da solidão;
  6. Impossibilidade de sair à rua sozinho;
  7. Suor nas extermidades;
  8. Delírios persecutórios;
  9. Desconfiança de tudo e de todos;
  10. Depressão;
  11. Ansiedade;
  12. Insegurança;
  13. Pensamentos mórbidos;
  14. Angústia;
  15. Sono intraqüilo;
  16. Insônia;
  17. Idéias autodestrutivas;
  18. Complexo consciente de inferioridade;
  19. Inapetência;
  20. Obsessões espirituais.
 Deve-se resolver o problema por partes, não sendo recomendável tratamento de choque para a cura do pânico. O portador dos sintomas da síndroma de pânico deve buscar auxílio psicológico e espiritual, simultaneamente. Às vezes, quando se busca apenas um deles o problema costuma retornar. Cada um dos sintomas requer estratégias específicas, porém todas elas passam pela necessidade de, sistematicamente, ir-se encarando a dificuldade, avançando passo a passo no enfrentamento do sintoma.

Os fatores que desencadeiam o pânico variam de acordo com cada sintoma. A maioria deles está associada à falta de segurança em si mesma e à carência afetiva. A dificuldade em aceitar suas próprias deficiências e em reconhecer as limitações inerentes ao nível de evolução em que a pessoa se encntra, também são fatores que desencadeiam as sensações do pânico. 

O fato da pessoa não considerar que suas limitações e dificuldades em resolver seus conflitos são, por si só, um motivo para continuar vivendo, dificulta a saída do processo em que, por falta de estímulos, se envolve. Vive num mundo egóico, esquecendo-se do mundo do Self.


Referência: Psicologia e Espiritualidade de Adenáuer Novaes, Fundação Lar Harmonia

10 de junho de 2012

Depressão

Este é um mal que assola o ser humano de forma persistente e tem levado muitas pessoas à inércia e ao desespero. Ela é fruto da mente que se vicia em pensar em circuito fechado, não conseguindo enxergar além das fronteiras do ego a possibilidade de sair do conflito. Geralmente a doença consegue afastar seu portador das pessoas que mais ama, às vezes, culpando-lhes pelo próprio abandono em que se situou. Ela se inicia muitas vezes com a baixa de auto-estima e com a sensação de rejeição ou de abandono.

A solidão é outro fator que colabora para que a depressão possa se instalar. Todo ser humano necessita de outro em seu convívio. Quando isso não ocorre ou se demora a ocorrer, poderemos abrigar a depressão. Ela permite que a energia psíquica, destinada à Vida, seja dirigida para o mundo interior do deprimido que se encontra em circuito fechado. É, na verdade, um suicídio da própria mente, que não vê outra alternativa senão isolar-se em si mesmo.

Para sair da depressão é preciso re-significar seu próprio conflito, pois ninguém há que possa enxergar um problema sob todos os ângulos possíveis. É preciso reverter o fluxo de energia para o mundo das realizações e do concreto.

A saída da depressão, na maioria das vezes, requer auxílio especializado, psicológico e, às vezes, espiritual. A energia psíquica que, por alguma razão, regrediu ao inconsciente e ali ficou retida, necessita encontrar escoadouro adequado para voltar à consciência. Para o deprimido, nada há no mundo que lhe desperte o interesse. Toda a sua motivação, sua disposição para viver e alterar o ambiente a sua volta pareceu ter desaparecido e a pessoa se vê prisioneira num enorme vazio, onde nada tem sentido. Esse vazio dá lugar a processos obsessivos de difícil solução. 

Tratar da depressão passa pela revisão do que causou tal regressão psíquica e pela descoberta de novos valores que possam re-significar tais acontecimentos. É um processo de abrir-se para conhecer, sem preconceitos, o próprio inconsciente, identificando as dores nele represadas e favorecendo uma adequada liberação, para posteriormente reencontrar-se com a motivação perdida. O deprimido é aquele que se dissociou do sentido que fundamenta sua vida.

Diante da depressão é importante considerar que sua causa poderá estar bem próxima da consciência do indivíduo e que ninguém mais do que o próprio terá condições de resolver seu conflito sem enfrentá-lo decididamente. Quando assim o fazermos não haverá perdas nem derrotas, mas aquisição de experiência para que se possa enfrentar outros revezes que venham a acontecer.


Referência: Psicologia e Espiritualidade de Adenáuer Novaes, Fundação Lar Harmonia

21 de maio de 2012

As Doenças e o Ser Humano

Você sabia que todas as doenças que temos são criadas por nós? Que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo? "Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão". Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga americana Louise L. Hay. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS E CAUSAS:
  • Amigdalite: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
  • Anorexia: Ódio ao externo de si mesmo.
  • Apendicite: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
  • Arteriosclerose: Resistência. Recusa em ver o bem.
  • Artrite: Crítica conservada por longo tempo.
  • Asma: Sentimento contido, choro reprimido.
  • Bronquite: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
  • Câncer: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
  • Colesterol: Medo de aceitar a alegria.
  • Derrame: Resistência. Rejeição a vida.
  • Diabetes: Tristeza profunda, perda do doce da vida.
  • Diarréia: Medo, rejeição, fuga.
  • Dor de cabeça: Autocrítica, falta de autovalorização.
  • Enxaqueca: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
  • Fibromas: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
  • Frigidez: Medo. Negação do prazer.
  • Gastrite: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
  • Hemorroidas: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
  • Hepatite: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
  • Insonia: Medo, culpa.
  • Labirintite: Medo de não estar no controle.
  • Meningite: Tumulto interior. Falta de apoio.
  • Nódulos: Ressentimento, frustação. Ego ferido.
  • Pele (acne): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
  • Pneumonia: Desespero. Cansaço da vida.
  • Pressão Alta: Problema emocional duradouro não resolvido.
  • Pressão Baixa: Falta de amor em criança. Derrotismo.
  • Prisão de Ventre: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
  • Pulmões: Medo de absorver a vida.
  • Quistos: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
  • Resfriados: Confusão mental, desordem, mágoas.
  • Reumatismo: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura.
  • Rinite alérgica: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
  • Rins: Crítica, desapontamento, fracasso.
  • Sinusite: Irritação com pessoa próxima.
  • Tiroíde: Humilhação.
  • Tumores: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
  • Úlceras: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
  • Varizes: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Por isso, vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos... Principalmente daqueles, que escondemos de nós.

CURAS (Joanna de Ângelis)

À medida em que se multiplicam os novos paradigmas a respeito do ser humano como realidade espiritual que é, sustentados em fatos robustos, surgem valiosas terapias nas áreas alternativas, objetivando a liberação do sofrimento, da angústia, do medo, dos desequilíbrios de toda orgem.

Felizmente, todas elas têm por meta a conquista de um ser integral, que supere os limites e as constrições que remanescem do seu passado espiritual, aprofundando a sonda da investigação nas causas profundas, que lhe jazem no ser, viajor de inúmeras existências corporais, nas quais se comprometeu perante a própria e a Consciência Cósmica.

Enquanto não se identifique com o erro e dele se conscientize, assumindo o compromisso de regularização pelo amor, pelo bem, permanecerão os fatores de perturbação ou os degenerativos de difícil superação. 

A cura real somente ocorrerá do interior para o exterior, do cerne para a sua forma transitória.

Nesse sentido, a cura tem início quando o paciente se ama e passa a amar o seu próximo.

O processo de recuperação tem o seu curso, quando esse indivíduo consciente se liberta das paixões primitivas, alçando a mente e o coração aos nobres anseios e lutas de auto-aprimoramento.

Assim, a cura é um processo profundo de integração da pessoa nos programas superiores da Vida.

O amor sempre está aberto à compaixão. Não se pode ser compadecido, olvidando-se da solidariedade. A solidariedade abarca todos os seres sencientes, inclusive a Natureza nas variadas manifestações.

Curar é tolerar tudo e todos, avançando no rumo da paz. A paz resulta do equilíbrio entre a razão e o sentimento, o que se faz e como se faz, sempre edificando. E para consegui-lo, é indispensável orar.

Curar é libertar-se do ego inferior e alar-se ao eu profundo, espiritual, sua realidade legítima.